28 de maio de 2008

PROMETIDO É DEVIDO

Tal como disse no meu último comentário ao post de JGP sobre meteorologia vou escrever sobre um tema super-hiper-mega-"ixpectacular", mais concretamente temperos para carnes vermelhas. Como enunciei no título, o prometido é devido. Portanto, não posso deixar os nossos milhões de leitores defraldados. Já agora Prometido é devido é uma música de Rui Veloso que aconselho a quem gostar do género.

Amanhã tenho exame de Microeconomia mas não há problema, isso é exame para meninos, aqui o Duarte pesca daquilo à bruta! Tenho muito tempo. A única dúvida que tinha já a consegui solucionar graças a este magnífico instrumento (se é que pode ser caracterizado dessa forma) que é a internet. Alguém sabe o que é um bem de Giffen? Pois bem, um bem de Giffen é um bem cuja quantidade procurada aumenta quando o preço também aumenta, ou seja a procura reage de forma contrária à de um bem ordinário. O meu problema estava descobrir um exemplo e já descobri: o pão! Muito útil esta informação.
Mas avançando para esse grande tema que me propus desenvolver: temperos para carnes vermelhas. De facto, estou a restringir muito o tema dos temperos. Vou alegrar a coisa e falar de muito mais. Porque não falar sobre todos os temperos? Torna a coisa realmente mais interessante.

Segundo a Wikipédia, a enciclopédia online em que toda a gente confia mas que afinal é escrita pelo meu vizinho do 2º Esq. que apanha o 28 para a Graça e palita os dentes no final das refeições, "Tempero é o nome que se dá ao conjunto de condimentos, cuja função é realçar o gosto do prato e, posteriormente identificou-se algumas funções terapêuticas.". Bonito! Poético até. Ao fazer uma pesquisa mais alargada encontrei no site da cozinha da tia Anastácia um autêntico dicionário de temperos. Apresento então a lista dos eleitos:

Açafrão verdadeiro (existe o falso também que se compra nos chineses mas que é uma porcaria. É só pó, não sabe a nada); açafroa; aipo; alcaparra; alecrim; alfavaca; alho; alho-porro; anis; baunilha; canela; cânfora; cardamomo; cardo; caril; cebola; cebolinho; cenoura; cerefólio; chá; coentros; colorau; cominhos; cravo-da-índia; cravoária; curcuma; erva-de-são-joão; estragão; funcho ou erva-doce; gengibre; hortelã; louro; manjericão; manjerona; malagueta ou piri-piri; menta; mostarda; mós-moscada; óleo-de-palma; orégãos; paprica; pimenta-preta; pimenta-calabresa; pimenta-da-jamaica; pimentão; rábano; salsa; salsão; salva; sésamo; tomate; tomilho e zimbro.

Ena tantos! Estava a ver que nunca mais acabavam. Alguns dos nomes apresentados provavelmente estão em português do Brasil. Infelizmente não sou especialista na matéria para fazer a correcção. Deixo isso a JGP que é muito mais prefeccionista nessas coisas.

É TEMPO DE FALAR DO TEMPO

Como AV está calado há algum tempo resta-me a mim ser o porta-voz da meteorologia deste estaminet (é engraçado como palavras como estaminé ganham em francês um estatuto de coisa respeitável).

A meteorologia é provavelmente das ciência mais incertas e que ao mesmo tempo mais me transtorna, rivalizando com coisas como a astrologia e a alquimia. Relativamente à astrologia, é sabido por quem me conhece que sou ávido coleccionador de cartões de mediums e videntes, e quanto à alquimia é uma coisa que me tira noites de sono. Não é que tenha uma cave escura onde teste poções para transformar calhaus em pepitas de ouro. O que me tira noites de sono é pensar que haja quem passe uma vida inteira a tentar criar "o ouro" a partir de cascalho e não se aperceba que a partir do momento em que o consiga fazer, todas as toneladas desse material precioso do mundo se desvalorizarão, já que se tornará possível fabricá-las.

Bem, mas regressemos à meteorologia. É uma palavra difícil de pronunciar correctamente. Aliás, aposto que não há ninguém em Portugal que a pronuncie me-te-o-ro-lo-gia. Toda a gente que é gente diz "metriologia". E aqui está uma das modificações para um novo acordo ortográfico...

Outra coisa. Alguém me consegue explicar porque é que nos meios de comunicação nunca o "senhor do tempo" é chamado de meteorologista? São todos "técnicos" da meteorologia. Como se alguém tivesse um problema meteorológico no quintal e chamasse o técnico para resolver, como um canalizador que vem apertar uma torneira que pinga.

Eu julgo que os senhores do Instituto de Meteorologia quando assinam o contrato de trabalho com a instituição são obrigados a aceitar umas tantas cláusulas. Uma delas é a de obrigatoriamente numa previsão referir expressões como "possibilidade de ocorrência de neblinas matinais", "vento que vai soprar forte ou moderado" e "prevêem-se abertas para a tarde" assim como nunca dizer palavras como chuva ou nuvens, preferindo sempre expressões como aguaceiros, precipitação, pluviosidade ou nebulosidade. Mas por exemplo, o vento é sempre vento, quer seja de 5km/h ou 300km/h... Onde estão coisas como a brisa fresquinha, o ventinho agradável, o vendaval, a ventania de partir guarda-chuvas ou o soprozinho quente? É sempre vento, vento, vento. Eu nem sei o que é que um vento a 40km/h me pode fazer... Para mim tanto pode ser aquele vento que pede que se use qualquer coisa de malha, como pode ser daqueles em se calhar tenho de começar a pensar em construir o meu abrigo nuclear.

Fora isso é útil. Apesar das diferenças de temperatura entre as ilhas dos Açores serem a coisa mais irrelevante desde que é possível comprar bilhetes para o Estádio de Alvalade onde se fica atrás de um ecrã gigante. Juro por tudo, que nunca, mas nunca na minha vida vi uma diferença de mais de 1 grau entre as temperaturas do grupo ocidental, central e oriental. E mesmo na Madeira a coisa é fácil, mesmo que a diferença de temperatura seja favorável em dez graus no Funchal, eu vou querer estar sempre no Porto Santo. Sempre são 50 km mais longe do Alberto João.

E pronto, quando comecei a escrever isto tinha intenções de falar sobre o tempo ranhoso que por aí anda. Pus-me a divagar e depois é no que dá. Faço posts de dimensões que gente como DGC fazem questão de não ler.

Mas pronto, só uma frase. Está aí Junho e a mim só me apetece é comer castanhas e pensar em comprar uma gabardina amarela de bacalhoeiro.

Contudo vou deixar isso para outro dia, já que falar do tempo é sinal de ausência de temas, ou de que se está num elevador, o que no caso do Gameirices seria um com tendência para ir para as sub-caves.

25 de maio de 2008

ANA: A REVISTA ONDE TUDO É EMOCIONANTE

Calma! O quê!? O Kiko afinal não é filho do Rafael!? Pior, a Rita Pereira foge do altar! Isto não pode estar a acontecer! Sinto o mundo a desmoronar-se à minha volta! Depois das notícias dos aumentos contínuos dos combustíveis estas são as piores notícias do último mês. Onde é que isto vai parar? Então se o Kiko não é filho do Rafael não devia o Governo intervir? Para que é que servem os nossos impostos? Qualquer dia vêm-nos dizer que a Rita Pereira afinal é filha do Olavo Bilac! Haja respeito por favor! E o pior é que ninguém fala desta situação gravíssima.

17 de maio de 2008

GRANDES SONORIDADES III

O mês está a acabar e tenho de escolher a grande sonoridade mensal. Pois bem, este mês congratulo os The Police e a música Message in a Bottle. Os The Police são umas das melhores bandas dos anos 80’ e uma das melhores bandas de sempre, na minha opinião. O grupo é formado pelo baixista e vocalista Sting (músico prodigioso), o guitarrista Andy Summers e o baterista Stewart Copeland.
Para quem quiser saber mais sobre esta banda aconselho os albúns Outlandos d'Amour, Reggatta De Blanc e Ghost In The Machine, com influências punk e reggae. Muito bons!

16 de maio de 2008

RUAS ESTRANHAS DE LISBOA I

Lisboa tem quase 3 500 arruamentos, entre adros, alamedas, altos, arcos, autoparques, avenidas, azinhagas, bairros, becos, boqueirões, cais, calçadas, calçadinhas, caminhos, campos, campus, caracóis, casais, circulares, corredores, costas, cruzes, cunhais, encostas, escadarias, escadas, escadinhas, escolas, estradas, jardins, largos, outeirinhos, paços, paradas, parques, pátios, poços, praças, pracetas, rampas, regueirões, rochas, rossios, rotundas, ruas, sítios, telheiros e travessas. E melhor do que isto, Lisboa tem uma pessoa que aproveita uma constipação de dois dias em casa e vai ver todos os tipos de arruamentos possíveis: eu.

Aqui inicio a nova rubrica Ruas Estranhas de Lisboa. Tcharã! É totalmente aberta a participações de qualquer um dos colaboradores e visa apresentar receitas inovadoras de bacalhau. Não. Estou a brincar... É mesmo ruas de Lisboa com nomes estranhos...

E aqui vou eu. O problema de hoje são as ruas com nomes estrangeiros.

Em primeiro lugar a Rua Eduardo Schwalbach. Rua situada em Benfica que se inicia na Rua da Casquilha e acaba na Rua Comandante Augusto Cardoso.

Não é que a rua tenha assim uma coisa muito estranha. É só um nome de pessoa, neste caso de Eduardo Frederico Schwalbach (1860-1946), português de origem alemã, lisboeta, jornalista e dramaturgo.

O estranho mesmo é alguém morar nesta rua e conseguir explicar onde mora. Imaginem o Sr. Pires na Repartição de Finanças:

- Já tenho o seu BI e as duas fotos tipo passe. Preciso, então, da sua morada.
- Muito bem, Rua Eduardo Schwalbach, lote 456, 4.º Frente.
- Rua Eduardo Esvalquê?
- Schwalbach.
- Ah, Esvalbaque. Muito bem. Até à próxima, apareça sempre.

E lá vai o senhor dos correios dizer: "Ora cá está mais uma para a Eduardo Esvalbaque. Ó Lino, põe mais esta no monte das ruas que não existem."

O mesmo se passa com a Rua Issan Sartawi (1924-1983) também em Benfica. Começa na Rua da Venezuela e acaba na Estrada da Circunvalação, mesmo no fim do mundo de Lisboa. O sr. Sartawi foi um líder palestino assassinado no Algarve, também por palestinos. Mal sabiam eles que assassinando-o estavam a condenar umas dezenas de lisboetas a repetirem enfastiadamente frases como "Sim... Issan, com dois S's e an no fim." ou "Sartawi com duplo vê", para depois verem as suas cartas serem endereçadas para a Rua I de Sanssar Taui que não existe.

Por fim (e no fim é que normalmente vem o melhor) reservei-vos uma pérola. O melhor arruamento de Lisboa em termos de dificuldade de pronúncia. Nem lhe chamaria "dificuldade de pronúncia", mas sim "impossibilidade de pronúncia".

Trata-se da Rua Prof. Georges Zbyszewski (1909-1999), geólogo de ascendência russa, de nacionalidade francesa, mas viveu quase toda a vida em Lisboa. A rua fica em Carnide, entre a Rua António Quadros e a Rua Prof. Jorge Campinos e foi-lhe dado este nome em 2005.

O senhor faleceu em 1999, e durante 6 anos procurou-se uma rua sem nome para o homenagear. Mas não podia ser uma qualquer. De acordo com a Comissão Municipal de Toponímia da Câmara Municipal de Lisboa teve-se "o cuidado de escolher um arruamento sem numeração de polícia [i.e. que não viva lá vivalma] para evitar erros de pronúncia ou de escrita de endereço no topónimo." Evitar erros de pronúncia ou de escrita é coisa que deve acontecer muito com nomes com 10 letras, mas apenas 2 vogais.

Vá lá, desta vez a coisa foi bem feita. E ainda bem que não vive lá ninguém, porque antes da rua se chamar Prof. Georges Zbyszewski era conhecida por Arruamento Transversal ao Impasse 6 à Rua Fernando Namora. Devia ser chato.

(conversa em 2005)
- "Eu moro na Avenida de Roma e tu?"
- "Ah, eu moro em Carnide..."
- "A minha avó também lá mora, no Largo da Luz. És de lá perto?
- "Não. Eu cá comprei uma vivendinha no Arruamento Transversal ao Impasse 6 à Rua Fernando Namora, mas não tenho muitos vizinhos. Acho que me vão mudar o nome da rua para Rua Prof. Georges Zbyszewski, para simplificar."
- "Ah... Então se calhar qualquer dia mando-te um postal. Zbyszewski é com z ou com s no meio?"
- "É com os dois."
- "Ok. Até à próxima."
- "Espera, espera. Não te esqueças que Georges é com S no fim."

PS - Existem mesmo arruamentos como Autoparque Roma, Bairro Novo, Campus de Campolide, Caracol da Graça, Casal de Colares, Corredor da Torrinha, Costa do Castelo, Cruz de Santa Helena, Cunhal das Bolas, Encosta das Chagas, Escolas Gerais, Paço da Rainha, Poço do Borratém, Rocha do Conde de Óbidos e Sítio do Calhau. Existe também um único arruamento sem nome de rua, travessa, etc: chama-se apenas Triste Feia, e fica na freguesia dos Prazeres, ali no final da Rua das Janelas Verdes perto do Paradise Garage. Ah, e é mesmo Cunhal das Bolas, não me enganei nem vos estou a endrominar.

12 de maio de 2008

THE BATTLE AT KRUGER

Hoje trago algo invulgar. Antes de mais quero que imaginem que sou o David qualquer coisa, aquele inglês que o Herman imitava a aparecer no meio de ramos e arbustos, enquanto lêem este texto.
Battle at Kruger é um dos vídeos mais vistos do Youtube e um dos mais estranhos. Basicamente a história resume-se a um ataque a um grupo de búfalos por uma família de leões. Os leões conseguem apanhar uma cria de búfalo que entretanto também é disputada por um segundo grupo de crocodilos. Neste segundo combate os felinos acabam por levar a melhor. Os búfalos numa manifestação um pouco estranha (não percebo nada de comportamento animal mas deduzo que não seja vulgar) organizam-se e atacam os leões que acabam por ceder, libertando a sua presa que incrivelmente ainda está viva.
Tomei conhecimento desta peça através de uma notícia no jornal da SIC ontem. A parte final do vídeo é que não é revelada. Quando tudo parece finalizado aparece uma nave de extraterrestres que absorve a cria de búfalo e leva-a para fazer testes e abusar dela sexualmente. FIM.



P.S. - Para saberem mais vejam também aqui.

4 de maio de 2008

QUEDAS

Uma das coisas que mais me faz rir é pessoas a cair. Chamem-me básico, chamem-me o que quiserem, mas não há nada melhor do que ver alguem a escorregar e a estatelar-se ao comprido no chão.

No centro comercial Vasco da Gama experienciei a melhor queda de todo o sempre. Uma senhora, lampeira e decidida a dar show achou por bem entrar numas escadas rolantes virada de costas para as mesmas, enquanto se despedia de não sei quem acenando e gesticulando euforicamente. Conclusão, o maior espalho em escadas rolantes de que há memória. Não foi particularmente doloroso. Até porque a senhora se levantou e riu-se. Foi simplesmente um daqueles momentos em que tudo pára, o mundo fica a preto-e-branco e apenas a senhora e as escadas rolantes ficam a cores. Segundos antes, enquanto a vítima ainda gesticulava, eu, em posição privilegiada (sentado numa das mesas da parte dos restaurantes) pressenti que ia presenciar um momento histórico. Não me lembro bem quem avisou quem, mas quem me acompanhava também estava virado para lá. Julgo que ainda trocámos um "Olha tu queres ver que ela vai cair..." E caiu. E foi esplendoroso. Câmara lenta. Daqueles em que se consegue ver a expressão "Ai Jesus! É desta que eu me vou!" na cara da pessoa. Depois, o emaranhado de pernas, sacos e mala de senhora. Uma mão que tenta desesperadamente agarrar o corrimão, outra que tenta amparar a queda. Os pés no ar como que a fazer um pino-ponte. E o bruá que ecoa por toda aquela área do estabelecimento comercial. Tudo o resto é relegado para segundo plano, e ver aquela senhora a cair nas escadas rolantes passa a ser o objectivo único de 20 anos de existência.

Normalmente as quedas são rápidas (de décimos de segundo a 1 segundo, vá), mas aquela foi especialmente comprida. Uns 4 ou 5 segundos, já que as escadas rolantes propiciam uma queda por patamares. Sim, degrau a degrau. E todo o movimento corporal numa queda em que o próprio piso está em movimento é algo que qualquer amante de quedas deseja alguma vez na sua vida observar. Nem que seja ele próprio o autor da peripécia.

E isto leva-nos a outro episódio. Sim, como qualquer pessoal normal, também já dei o meu trambolhão. Corria o ano de 2000, um par de anos depois da Expo '98 e da reabertura como Parque das Nações, a minha turma do 7.º ano fez uma visita de estudo ao Pavilhão do Conhecimento num dia chuvoso de Inverno. Quem já foi ao Pavilhão do Conhecimento conhece a entrada que é feita por uma enorme rampa em mármore. Ora tal como com o azeite, a água não combina bem com pisos em mármore e em declive. Como é óbvio, não tralhei feito parvo como qualquer pessoa normal. Tinha de o fazer de forma especial. Face a uma rampa molhada o que é que putos de 12 ou 13 anos fazem? Armam-se em patinadores artísticos ou praticantes de skimming. Eu fui pela terceira via. Enquanto tudo à minha volta deslizava pela rampa de mármore molhada, decidi que seria divertido experimentar e sentir aquela adrenalina que dá quando se é puto e se desliza em grandes rampas de mármore em dias chuvosos e traiçoeiros. Resultado: a partir desse dia o meu traseiro ganhou uma bela nódoa negra para recordar, além de que deixou de confiar plenamente no meu cérebro aventureiro e digamos... parvo. Seguiu-se uma gargalhada geral em meu torno, a qual não teria sido nada sonora se não estivesse, exactamente nesse momento, uma excursão de 450 putos da primária vestidos de bibe e de mão dada a passar mesmo à frente da entrada do pavilhão. Levantei-me a custo e com o cóxis dorido, aproximei-me do final da rampa e fiz a vénia mais digna que consegui, enquanto por dentro dizia impropérios que nem eu próprio julgava conhecer. Conclusão: foi divertido, e desde aí decidi vingar-me rindo-me a bom rir quando alguém cai ao meu lado. Especialmente senhoras que não sabem que entrar de costas em escadas rolantes costuma resultar em quedas aparatosas. Aí bato palmas mentalmente, com muita, muita força, esforçando-me por parecer um grupo de 450 putos da primária de bibe e de mão dada.

PS - A fotografia que ilustra isto foi tirada pelo meu telemóvel, na sala dos computadores da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas. O pormenor do "... poderá originar violentas quedas" é maravilhoso.

1 de maio de 2008

CURTAS X

Cada vez mais o meu benfiquismo se torna inversamente proporcional às alegrias que o clube me dá.