30 de novembro de 2008

GRANDES SONORIDADES IX

Faltam poucas horas para acabar Novembro. Como bom português que sou tenho o hábito de deixar tudo para a última hora. Às vezes por não ter tempo, é verdade, outras vezes por simples preguiça. Mas o que importa é que ainda vou a tempo de publicar a grande sonoridade de Novembro. A música do mês pertence aos Pink Floyd e chama-se Echoes.
Para mim assim como no século XVIII existiram Bach ou Mozart, verdadeiros mestres da música, no século XX existiram os Pink Floyd carregados de genialidade na composição musical, mas em géneros distintos, nomeadamente rock progressivo, hard rock, art rock, space rock e rock psicadélico. A prova é que são a banda que mais discos vendeu na história da música: mais de 200 milhões (ligeiramente à frente dos The Rolling Stones).
Fazer música não é nada fácil. Contudo há quem julgue fazer arte em 3 minutos com um boné para o lado, um clip cheio de “damas” e muitos yeahs e yoohs à mistura. Ridículo.


BEST OF GATO FEDORENTO I

O Gato Fedorento já não é o que era. Agora que vejo os vídeos antigos apercebo-me que está a perder qualidade. Como tal vou a partir de hoje publicar sketchs para que ninguém se esqueça que este grupo sabe fazer humor de altíssima qualidade.
O sketch de hoje chama-se Debate sobre terrorismo e é no mínimo brutal!

29 de novembro de 2008

CURTAS XIV

Arsenal 5-0 Porto
Brasil 6-2 Portugal
Sporting 2-5 Barcelona
Olympiacos 5-1 Benfica

Se a economia nacional se agravasse por cada vez que uma bola entrasse nas redes de uma equipa portuguesa, hoje estaríamos a atravessar uma crise económica.

Ah, espera. Já estamos.

PS - Só nestes 4 joguinhos entraram 21 golos. Fico com dúvidas que a Grande Depressão tenha mesmo sido em 1929.

25 de novembro de 2008

FÃS

Caros seguidores aficionados, a gerência informa que a partir de hoje é possível tornarem-se oficialmente fãs disto. Ainda não fizemos os crachás para vos enviar, mas de qualquer das formas ao subscreverem (lá em baixo de tudo na barra lateral, depois das citações) recebem e-mails e tal a avisar-vos de posts novos e novidades afins. Acho eu.

Outra coisa, podem adicionar-se também como Seguidores mesmo aqui à direita (na barra lateral depois da apresentação e do anúncio). Ainda não percebi muito bem o que é aquilo, mas DGC explicar-vos-á.

Por fim, foram ainda prendados com a possibilidade de votar na eventualidade de surgir uma outra votação aqui no blogue, com tema a determinar. Podemos apenas alvitrar que será um tema estúpido, claro.

E pronto, agora não digam que não vos acarinhamos.

24 de novembro de 2008

GAMEIRO PAIS APRESENTA: TRIVIALIDADES DO BIZARRO IV

Olá, boa noite caros leitores, ou caros ouvintes, caso isto lhes esteja a ser lido por outrém. A história de hoje vem outra vez da Grécia Antiga (ver Trivialidades do Bizarro III) e envolve de novo mortes bizarras (ver Trivialidades do Bizarro II).

Para além de ser conhecida como a terra dos grandes filósofos, dos pais de todas e mais algumas ciências, das tragédias e das comédias, de nos ter ganho duas vezes no Euro 2004, e ter uma comida azeitada, os Gregos sabem, acima de tudo, como sair deste mundo em grande estilo. Se coisas como vulcões e elefantes conseguem ser bastante mortíferos, tartarugas, mulheres armadas com telhas, tagarelar e rir não costumam figurar ao lado das causas de morte mais comuns. Mas vamos à História...

Conhecem Ésquilo? Eu conheço. Se não conhecem investiguem. Pronto, OK, era um dramaturgo grego muito conhecido. Mas isto não interessa muito para a história. Aparentemente este prolífico pai da tragédia era calvo, ostentando uma bela careca luzidia com cabelo só dos lados. A par deste facto, também gostava de passeatas prolongadas, provavelmente para ganhar inspiração. No dia em que morreu provavelmente não estava à espera que a inspiração lhe chegasse de uma forma tão bizarra como aconteceu. Diz-se que uma águia ou abutre confundiu a sua careca vista lá do alto com uma rocha rija, largando uma pequena tartaruga lá de cima que lhe veio embater na tola. O senhor faleceu, a tartaruga não, a águia foi com fome para o ninho. Uma tragédia.

Outro notável da altura, menos conhecido, foi Empédocles, um filósofo pré-socrático que de acordo com que se contou na altura achou que o seu tempo aqui em baixo já estava a aborrecê-lo e decidiu morrer. E que maneira honrosa é que se há de arranjar para um suicídio? Nada como nos atirarmos para dentro dum vulcão activo, com toda a gente a ver, por forma a que achem que nos fomos juntar aos deuses no próprio Olimpo. Acho que ninguém acreditou muito.

Vamos aos elefantes? Vamos. Esta história envolve Pirro de Épiro, o famoso conquistador que deu origem à expressão "vitória pírrica" (uma vitória que não serve de nada). Este valente inútil ter-se-á envolvido numa rixa de rua mais uns amigos. Depois de muita xinfrineira parece que uma madame da vizinhança, fartinha dos gandulos que não a deixavam dormir decidiu sair à rua deparando-se com Pirro montado num elefante no meio de uma porrada daquelas à antiga (literalmente: 272 a.C.). Munida de uma telha, fez pontaria e acertou-lhe na cabeça. Pirro não morreu aí. Distraído com a malvada vizinha e provavelmente rogando-lhe pragas, acabou por não ver uma estocada inimiga e pereceu. Daí ser bom combinar destas coisas em descampados. Vejam lá isso. Ou então manter boas relações com o bairro.

A terceira morte bizarra é a de Crísipo, filósofo estóico, e uma pessoa que à parte a filosofia não tinha muito mais que fazer, coitado. Numa bela tarde, para matar o tempo, este mariola decidiu dar vinho ao seu burro de estimação até o embebedar. O burro terá seguidamente tentado comer uns figos, mas da cardina que tinha já não os conseguia enfiar goela abaixo. Como naquela altura não havia Malucos do Riso e afins, Crísipo não aguentou o riso de forma lá muito estóica e acabou por morrer de tanta gargalhada que deu ao ver o seu burro comer figos com uma piela. Segundo Crísipo "a razão deve governar a vida, colocando-se o sábio acima das paixões". Neste caso, a sua paixão por asnos a comer figos com níveis de alcolemia elevados foi fatal.

A próxima vem da Grécia. Que coincidência, estávamos mesmo a falar de gregos já há bastante tempo. Mas vamos lá a isso. Filetas de Cós, um nome fabuloso e digno de figurar numa ementa de restaurante (- Quer um Bacalhauzinho à Zé do Pipo? - Não, prepare-me antes uns Filetas de Cós com muito azeite.), era um estudioso, poeta e orador grego conhecido pela sua dedicação às suas áreas de conhecimento. Filetas era tão compenetrado no seu trabalho que terá morrido de uma de duas causas, ambas relacionadas com o mesmo erro. A primeira diz que Filetas falava horas e horas seguidas, indo de seguida para conversas e saraus de poesia, enquanto se debatia com problemas dos mais variados (como por exemplo o paradoxo do mentiroso que diz "Eu estou a mentir", que pode ser tanto verdade como mentira, e vice-versa e tal, coisas de importância.) De tanto esforço que fazia e tanta dedicação à profissão, o bom Filetas esquecia-se de algo muito importante: comer. Dizem que era magro que nem um palito, e que bastava uma brisa para o desequilibrar. Conclusão: morreu de fome. Outra teoria diz que terá morrido de cansaço depois de noites e noites sem dormir às voltas lá com o paradoxo do mentiroso.

- Então se ele diz: "Eu estou a mentir" é porque está a mentir, mas fundo o que está a fazer é dizer a verdade. Então, mas espera lá, se ele está a dizer a verdade, então se está a dizer que está a mentir é porque está mesmo a mentir. Mas se mente é porque diz no fundo a verdade. Eureka! Encontrei a solução. Ah, não, bolas!, se ele diz a verdade então porque é que diz que está a mentir? Vamos lá voltar à premissa inicial. Eh lá, que horas são isto? Meio dia e meia. Estou bonito estou, que pensava que ainda eram 6h da tarde de ontem. Iiih, que larica, já comia um bitoque. Se calhar não, fica para depois. Que dôr aguda é esta aqui no peito, pá? Argh... (Silêncio)

Bom, depois de se rirem muito com este monólogo tão bem estruturado vamos à parte educativa. Se for careca não passeie de cabeça descoberta onde haja águias apreciadoras de tartarugas; se se quiser suicidar com estilo não se atire para um cratera de vulcão que as pessoas vão topar logo que não foram ter com os deuses ao Olimpo; se andar à porrada em cima de um elefante cuidado com a vizinhança armada com telhas; se se rir com muita facilidade mantenha o álcool e os figos longe do seu burro; se for muito bom nalguma coisa lembre-se que só o continuará a ser se comer e domir 8 horinhas (mais coisas menos coisa) todos os dias. Voltarei em breve com mais Trivialidades do Bizarro. Até lá, bem hajam.

19 de novembro de 2008

PARECENÇAS

É só da minha vista ou o António Variações é igualzinho ao imperador romano Pertinax?


Eu cá nunca os vi juntos, podem ser uma e a mesma pessoa.

15 de novembro de 2008

SUPER BOCK ENTREVISTA

Já que estamos numa de estupidezes sugiro a visualização desde magnífico vídeo. Agradeço de joelhos a JGP que mo deu a conhecer. Há pessoas que se não existissem deviam ser inventadas e esta é uma delas. Nunca vi um idiota dizer tantas estupidezes em apenas 2 minutos e 24 segundos. Um recorde difícil de bater, seguramente.

Aconselho também a aumentarem o volume porque vale mesmo a pena!

BÁCORAS I

Apeteceu-me começar isto. Espero que personne se importe.

Caso alguém queira publicar alguma frase eloquente pronunciada pela minha pessoa tem a minha permissão, mas... com cuidadinho!
O prémio bácora do dia vai para alguém que não vou revelar o nome mas que, só por acaso, escreve neste blog. Aqui vai:
“Então já tens francos para quando chegares a Paris?"
PS - Atenção que a bácora do dia já está fora de praso visto ser do dia 15 de Setembro de 2008)

13 de novembro de 2008

DE REGRESSO

Olá, lembram-se de mim? Provavelmente não, já que há quase 80% de probabilidades de terem cá vindo parar ao Gameirices através de uma pesquisa no Google do tipo "pudim flan marco do big brother bombeiros voluntários de alcanena".

Bem, cá estou eu de novo, o dono disto, depois de 1 mês e 14 dias sem postar nada de nada. Umas merecidas férias, um braço partido, uma estadia curta no Hospital Júlio de Matos ou simples preguiça, deixo-vos na dúvida sobre a razão de tão prolongada ausência.

E o que andei a fazer nestes 44 dias? Parece tão pouco, dito assim, mas deu para muita coisa. As férias de verão acabaram, recomeçaram as aulas, uma bronquite mal curada, e uma ida a Paris. A bronquite apanhei-a no dia 25 de Agosto. É estranho quando sabemos exactamente o dia em que nos surgiu uma maleita. Eu sei-o, porque senti-o na altura e disse qualquer coisa como "Olha, olha, tu queres ver que estou a apanhar uma doença da qual só me livrarei daqui por uns meses". E assim foi. Na piscina de SPS, em Setembro apanhei um briol do caraças depois de uma ida à água às 6 da tarde, seguindo-se espirros, tosse, dores de garganta, tosse daquelas secas, tosse durante a noite e tosse preocupante. Hospital CUF Descobertas comigo, todo lampeiro. Radiografia e pumbas, "o que o senhor tem é uma bronquite mal curada". De referir que só fui ao hospital já em Outubro.

Quanto a Paris, lá fui com um amigo (era suposto sermos 3 a ir, mas AV teve alguns problemas logísticos), onde fui optimamente recebido por DGC na sua humilde mansão na Rue de Lafayette, perto da estação de metro Louis Blanc. Um T1 que, assim de memória, não era maior que o ecrã do meu monitor. Mas lá coubemos 4 marmanjos, sem problemas de maior. Visitámos tudo o que havia a visitar, tendo eu saído de lá com uma dor alucinante no pé esquerdo que parecia que tinha ido de Lisboa à cidade da luz a penantes. Mas não fui. Fui na EasyJet. Sou poupadinho, sim.

Para além de ter quase ponderado a amputação desse pé, saí de lá com uma cólica intestinal fabulosa a qual me pôs com 39 graus de febre. Quem quiser saber pormenores terei todo o gosto em explicar por e-mail.

Agora, já de regresso à cidade da outra Luz, conto voltar a escrever mais para esta coisa. E vou começar... agora.

10 de novembro de 2008

"QUANTUM OF SOLACE", THE NEW ESSENCE OF JAMES BOND

Pois é, o novo filme do James Bond já aí está, e melhor que nunca. Digo isto porque a censura/omissão de alguns dos traços base daquele a que se chama "o antigo James Bond" fazem deste filme uma "pérola da actualidade cinematográfica".

Eu, pessoalmente, sinto que aquelas cenas de sexo tórrido com a Bondgirl não são e nunca foram um bom exemplo para as gerações que se espelhavam nos filmes, assim como acho bem que uma bebida tão escandalosamente forte como um vodka-martini, shaken but not stirred, não figure, de facto, tão explicitamente no filme (contrariamente ao que acontecia antigamente).

E de facto, porque é que aquele senhor havia de dizer sempre "My name is Bond, James Bond"? Até dava a entender que não o sabia dizer de outra forma, ou até que os pais lhe tinham dado o nome "My name is Bond, James Bond", por exemplo "- Olha qual foi o nome que os teus pais te deram quando te levaram ao registo? - My name is Bond, James Bond!". A mim, quando me perguntam o nome digo simplesmente "Joel".

Ainda gostava de salientar o facto de que é mais plausível ter um James Bond que "enche os outros de porrada" mas que pela primeira vez tem "caparro" para isso, do que ter aqueles lingrinhas aos quais durante 50 anos fomos habituados. Aliás, este Bond é tão forte que o Mr. Q das engenhocas se deve, com certeza, ter reformado, já que nem aparece neste filme, o que acho muito bem já que dava ao filme um carácter muito irreal e fantasioso.

Bem, estes são apenas alguns traços que pretendia salientar e mostrar a minha "enorme satisfação", e gostava ainda de dizer ao senhor Craig para não deixar de "puxar ferros", porque isso é mesmo "o que se quer" num 007.

Com os melhores cumprimentos

9 de novembro de 2008

BBC VIDA SELVAGEM

Queria escrever qualquer coisa... Queria? Já não quero?! Haha... A típica piada seca. Estava a dizer que quero escrever qualquer coisa. Isto está muito parado. É preciso uma injecção de qualquer coisa, um suplemento vitamínico daqueles que se fica a arrotar alho o dia todo. Estou cansado de abrir a página e ver que o último post foi publicado por mim em Fevereiro passado! Os senhores que estão na coluna à direita estão vivos? Parece que não. Nem JGP escreve, parece impossível!
Alors... Hoje vou escrever sobre um assunto que já ando para escrever há uns tempos. Como devem saber ou deviam – visto que se trata de um assunto assaz importante, ao ponto de revolucionar toda a política externa dos E.U.A. dos próximos quatro anos – Estou em Paris. Existir uma pessoa em Paris não é um facto estranho, até porque para além de mim vivem perto de 12 milhões de pessoas nesta vila... Vá lá, quase cidade. Não deve faltar muito para assumir esse estatuto. No entanto, o facto de ser eu faz com que isto ganhe outra vida, outra dinâmica. As pessoas reconhecem isso e todos os dias sou abordado na rua:
(Atenção: Ler as minhas falas com a voz do Sr. Primeiro-ministro José Sócrates interpretado pelo génio Ricardo Araújo Pereira)
- Peço desculpa, é o Exmo. Sr. Duarte Coutinho?
- Sou sim...?
- Ah, bem me parecia que conhecia a sua cara (não sei de onde). Como está? Chamo-me X.
- Bem, obrigado. Muito gosto.
- É uma honra conhecer tão ilustre personalidade. Leio com regularidade os seus interessantíssimos artigos no Gameirices. Importa-se de me assinar esta folhinha para eu ter como recordação?
- Muito obrigado. Apenas cumpro o meu dever de cidadão. Assino com todo o gosto e ainda lhe ofereço dois autocolantes do jogo do Uno do McDonald’s.
- Ah, ainda por cima é o número 9 amarelo que me faltava para ganhar o Boné! Sóis de facto muito generoso.
- Ora essa...
Isto é um pequeno exemplo do apreso que esta gente tem por mim.
Entretanto onde é que já vou, começei a dizer que ia falar sobre um assunto que ainda nem referenciei e já estou a falar de outras coisas. O assunto é a minha casa aqui na cidade das luzes.
Quando cheguei a Paris não tinha residência, alojamento, ou qualquer coisa que se parecesse, portanto tive de procurar, eu e o Jaime que está comigo a fazer Erasmus. Tivemos alguma sorte e ao fim de três dias encontramos uma agência que tinha apartamentos disponíveis, não excessivamente caros e arrendamos um. Quando finalmente nos mudamos qual não é o nosso espanto ao entrar em casa e nos deparamos com uma autêntica praga de baratas! Afinal aquilo não era nosso, era delas! Nem no meu mais assustador pesadelo imaginaria um cenário daqueles. Baratas de todos os tamanhos e feitios a passearem-se por todo o lado. Nós afinal éramos os intrusos que vinham conquistar aquele pedaço de terra e não os supostos donos da casa. Começamos a chacinar indiscriminadamente tudo o se mexia. Como pisar deixa o chão sujo optamos pela táctica do aspirador. Portanto, tudo o que aparecia ia para o aspirador. No dia seguinte fomos à agência contestar a situação e acabaram por mandar um senhor para fazer uma desinfestação. Quando este terminou o seu serviço o assunto pareceu ficar aparentemente resolvido mas nos dias seguintes as baratas continuaram a aparecer sorrateiramente, especialmente à noite. Mantivemos a táctica do aspirador mas elas continuavam a aparecer, com muito menor intensidade é verdade mas apareciam. A média devia rondar as 3, 4 baratas por dia.
Passado algum tempo, chegou a hora de deitar o saco fora. Como devíamos ter a maior criação de baratas de Paris dentro daquele aspirador resolvemos deslocarmo-nos à rua para efectuar a difícil tarefa de retirar o saco não fosse começar a chover baratas pela casa toda. Quando abrimos o dito aspirador, o saco estava roto e baratas nem vê-las. Ou seja... Andávamos a aspirar as mesmas queridas todos os dias. “Ah, Cátia Vanessa! O que é que estás a fazer aí em cima do armário?! Já cá para dentro!”. Foi um momento engraçado e em que me senti verdadeiramente estúpido. Agora que o assunto está resolvido dá-me vontade de rir mas na altura não teve piada nenhuma.
Conclusão: Quem quiser fazer Erasmus especificamente para Paris, pondere bem o facto de ter má vizinhança porque ao que parece estes imigrantes são bastante comuns por estas paragens.
PS – A fotografia é de Sir David Attenboroug apresentador de muitos programas da BBC. Felizmente que em Paris não existe artilharia pesada como a que ele tem na mão.

8 de novembro de 2008

BIGODE SIM, BIGODE NÃO

Bons tempos... O futebol já não é o que era.

PS - Benfica 74-75