São 5h49 da manhã, estou a fazer um trabalho para entregar daqui a umas horas, ás 10h30, altura em que começa o respectivo exame da disciplina. Está frio e apanhei chuva a vir para casa da minha noitada de estudo mas...
JÁ FALTOU MAIS PARA O VERÃO!
Sempre a ver o lado positivo...
PS: Em Maio já se apanham uns belos banhos de sol.
PPS: Vi umas vacas a pastar no meio da praça de Espanha a vir para casa, e não é do cansaço, eram reais! O que é que se passa?
PPPS: A escolha da fotografia com uma praia atafulhada foi propositada.
19 de janeiro de 2009
MOMENTO ZEN
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Vera
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17 de janeiro de 2009
BÁCORA III
Espera, pára tudo! Enganei-me! O prémio bácora mais recente vai para JGP com esta magnífica citação:
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DGC
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GRANDES SONORIDADES X
Mas não. Como sou um gajo cheio de surpresas (como por exemplo, e aposto que não sabiam, ter um cotovelo que faz um estalinho estranho com um tendão semi-deslocado) optei por ir ainda mais atrás, aos primórdios do rock 'n' roll. A Grande Sonoridade do mês de Dezembro, e a primeira sonoridade a sair num ano diferente do ano em que deveria ter saído, corresponde à música (We're Gonna) Rock Around the Clock do Bill Haley & His Comets. Não tendo sido a primeira música rock de sempre, é sem dúvida o primeiro êxito esmagador do estilo de música que marcou a sociedade da segunda metade do século XX.
É incrível mas esta música tão simples ainda hoje dá em discotecas seleccionadas por esse mundo fora. Posso estar enganado, mas juraria que ouvi isto uma vez no BBC ou numa dessas boites (como diria a minha avó) da moda. Para não falar de que em noites retro isto é um dos êxitos obrigatórios em qualquer lado.
Vamos lá a isto, que ainda tenho de ir tomar banho e sair de casa.
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JGP
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BÁCORAS II: CHARLES DE GAULLE VS. FRANK DE BOER
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16 de janeiro de 2009
13 de janeiro de 2009
DESAFIO RFM
No comments...
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10 de janeiro de 2009
BARCELONA - LISBOA, A PRIMEIRA IMAGEM
Viagem entre Barcelona e Lisboa. O que trago hoje é um simples acontecimento que presenciei, sem a menor importância para os portugueses mas extremamente importante para a minha formação enquanto homem e apreciador de queijo da Serra da Estrela.Ao descolar em terras de Espanha a atmosfera límpida fazia adivinhar um retorno tranquilo. O mar azul de Poseidon reflectia o Sol de Apolo. Hermes guardou-nos durante a viagem e chegámos intactos. Em Lisboa vislumbrei o nosso pindérico aeroporto. Desloquei-me como é habitual ao tapete rolante por onde são lançadas (literalmente) as malas dos ocupantes de um qualquer vôo. Dizem que o aeroporto de Lisboa é dos que tem pior serviço de handling da Europa e onde são registados grande número de furtos de bagagens. Provavelmente o tuga chico-esperto que acha que vai encontrar a resolução dos seus problemas na mala de um compatriota ou de um sueco qualquer que veio cá parar por acaso, pensando que isto fosse um país civilizado. A rotina foi a habitual. A certa altura estava eu sentado num banco à espera da mala quando vejo algo bastante interessante: um casal na bonita idade dos 60 aproxima-se. Ele grande para os lados, ostentando um impressionante casaco de cabedal preto; Ela volumosa pois claro, com um cabelo curto ridículo, transportava um objecto parecido com uma caixa. Com excepção da ausência de pilosidade sobre o lábio superior do macho, podíamos dizer que era o casal português típico. Mas calma, onde estavam os rebentos? Claro que não existiam rebentos. Então se a idade dos elementos desta maravilhosa parelha rondava os 60 como é que poderiam ter rebentos? Não têm porque já não podem, pois uma das actividades preferidas destes portugueses é a procriação. Em vez do Telmo ou da Sandrine com ranho a escorrer pelo nariz, têm o Béu-béu que também faz cocó mas não vai a creche e quando leva um tabefe não chora a tarde inteira. Este tipo de casais como já não têm filhos pequenos e os netos só os vêem nas reuniões familiares semanais (churrascos e sardinhadas, geralmente), optam pela companhia de canídeos. Pequenas feras peludas que obrigam à colocação de uma placa a dizer “Cuidado com o cão” à porta da vivenda na Costa da Caparica. O nosso casal não fugia a regra. A caixa que a esposa (vulgo patroa) transportava era precisamente o Lu-lu peludo formato 40x30 que ansiava desde Barcelona por uma boa mijadela à antiga (peço desculpa pelo vocabulário). Ao chegarem ao tapete o macho inclina-se junto da fêmea e abre a porta da jaula que transportava o bicho impaciente. A fêmea descontraída falava alto. Tudo aquilo era novo, todo aquele ambiente no aeroporto era emocionante. O movimento do seu marido traduziu-se na maior felicidade do seu pequeno animal de estimação que saiu disparado como um foguete. A alegria estava patente no olhar do nosso amiguinho que se babava de alegria. Tinha-se aguentado 1 000 km de viagem por aquele instante, o momento em que finalmente libertaria os fluidos acumulados. Saiu galopando, de boca escancarada, língua de fora. Visto em câmara lenta seria possível vislumbrar fios de baba lançados em todas as direcções. Quais serão os pensamentos de um cão? O desde não foi muito difícil de adivinhar. O que ele queria era alçar a perna o mais rápido possível, e foi o que fez. Em pleno aeroporto internacional de Lisboa dirigiu-se à primeira coluna junto ao tapete e deixou uma monumental mijadela. À sua volta as pessoas não conseguiram conter o riso nem mesmo eu. A situação foi de facto caricata. Um cão a urinar em pleno aeroporto, numa coluna de mármore. Quem não conhecia Portugal teve uma primeira impressão fantástica. Eu por outro lado senti-me em casa.
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9 de janeiro de 2009
8 de janeiro de 2009
GAMEIRO PAIS APRESENTA: TRIVIALIDADES DO BIZARRO V
A saga de hoje não vem da Grécia, nem fala de mortes estranhas. Fanáticos da Grécia Clássica e perversos sádicos, hoje não é o vosso dia. No entanto, se gostam tanto de informática como de xadrez e de manequins com roupas turcas preparem-se para a maior história de sempre. Se não gostam, preparem-se para a maior história desde há 20 minutos.
Em finais do século XVIII, o senhor Wolfgang von Kempelen, um inventor austro-húngaro, decidiu por mãos à obra e construir um robot que jogasse xadrez tão bem que pudesse rivalizar com um humano. Kempelen apresentou-o um tempo mais tarde à Imperatriz Maria Teresa de Áustria com resultados fantásticos. Pela primeira vez nas história uma máquina apresentava capacidade cognitiva, estava dado o primeiro passo para a inteligência artificial.
A maquineta consistia numa espécie de cómoda onde de um lado estava sentado um boneco mascarado de turco, descrito na altura como um feiticeiro oriental, com um turbante, olhos cinzentos e bigode e barba pretos. Este manequim estendia uma mão e deslizava as peças do xadrez, jogando exímiamente frente-a-frente com um opositor humano. A outra mão do boneco segurava um cachimbo turco.
O sucesso do Turco foi imediato! A fama na corte austríaca rápido se transformou em fama por toda a Europa. França, Inglaterra, Alemanha, a máquina viria a vencer muita gente, incluindo o melhor jogador de xadrez da altura François-André Philidor. Em Londres terá derrotado Jorge III de Inglaterra, e na Aleamanha defrontou Frederico, o Grande, da Prússia. Também Napoleão caiu às mãos da geringonça, não sem antes ter tentado três vezes uma jogada ilegal para tentar baralhar a máquina. À terceira o Turco ter-se-á irritado e com um movimento do braço terá atirado com as peças ao chão. Napoleão riu-se e recomeçou um novo jogo. Perdeu, e foi a resmungar para Paris. Já nesta cidade, a maquineta derrotou também o conhecido Benjamin Franklin, também amante do desporto.
E agora é a altura em que vocês perguntam? Onde é que está o bizarro aqui? Isto são só trivialidades, pá. OK, então aqui vai. O bizarro da história é que... o Turco tinha debaixo do tabuleiro de xadrez um pequenino anão (ou uma pessoa de baixa estatura) que controlava as mãos do boneco. Dentro do pequeno armário, que Kempelen e os futuros donos da máquina abriam sempre antes da exibição, estava um anão, caraças! Um anão exímio no xadrez que, através de um jogo de espelhos, de umas peças a fingir rodas-dentadas, e de um banco que deslizava para a frente e para trás (que utilizava para se esconder consoante se abria a porta direita ou esquerda da cómoda) nunca ficava visível ao público.
Napoleão, Franklin e Philidor (o melhor jogador de xadrez da altura) foram derrotados por um anãozinho. Kempelen havia de morrer sem ninguém descobrir a façanha. Mais tarde a máquina (e o seu segredo) acabariam por chegar às mãos de Johan Nepomuk Mälzel (um músico da Bavária com jeito para o negócio).
Com o mesmo anão, ou com outra pessoa, a aldrabice continou a dar rios de dinheiro por toda a Europa, continuando a defrontar as mais variadas celebridades. Mais tarde acabou por ser vendida ao Príncipe de Veneza, Eugénio de Beauharnais. Mälzel arrependeu-se, recomprou-a pagando ao príncipe com as receitas dos espectáculos. A coisa não correu bem, Mälzel faliu e foi processado pelo príncipe, tendo fugido para a América.
No Novo Mundo, Mälzel levou consigo a máquina mas não o anão. Pagou as despesas de transporte de um novo jogador para a tramóia, enfiou-o na máquina e voltou a fazer rios de dinheiro à custa não só de papalvos como de gente inteligente como Edgar Allen Poe ou Charles Carroll, um dos assinantes da Declaração de Independência dos EUA. O único problema é que na falcatrua americana a pessoa que controlava o jogo não era um jogador especial como o anão da Europa. A máquina acabou por só fazer jogos já com uma disposição pré-estabelecida, para evitar perder.
Mälzel voltaria a viajar para a Europa, mas morreria pelo caminho. O Turco foi de mão em mão (piloto do navio, um amigo de Mälzel chamado John Ohl - que o leiloou, arrependeu-se, compareceu no leilão, e compro-o de novo ele próprio; e ainda o Dr. John Kearsley Mitchell - médio de Egar Allen Poe e fã da coisa). O Turco acabaria no Museu Chinês de Charles Wilson Peale em Baltimore, Maryland, EUA. Um incêndio em 1854 destruiu-o por completo, à excepção do tabuleiro de xadrez e das peças.
Por incrivel que pareça, viajando meio mundo, testado por incontáveis pessoas, visto por cientistas (escrevendo-se variados livros científicos sobre ele), o Turco esteve 84 anos a aldrabar o mundo. A fraude, mesmo estando num museu à vista de todos não foi descoberta até 1857, 3 anos depois da sua destruição!
E assim foi feito um dos maiores embustes da história, trapaça brilhantemente executada por uma mão cheia de pessoas e que enganou tudo e todos. O suposto feito dos charlatães responsáveis pela coisa só seria devidamente alcançado no século XX em 1997, pela Deep Blue, máquina da IBM capaz de derrotar os melhor jogadores de xadrez do mundo.
Resumindo e concluindo, turcos não jogam bem xadrez, só se tiverem um anão debaixo da túnica. Se não percebi mal, acho que é isto que devemos reter.
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JGP
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03:29
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BOM DIA DE REIS 2009
Primeiro que tudo, que raio de blogue é que festeja o Dia de Reis? Segundo que tudo, que raio de blogue é que festeja o Dia de Reis e que ainda assim consegue festeja-lo com dois dias de atraso? O Gameirices, pois está claro. Particularidades e singularidades que fazem deste o melhor blogue do mundo inteiro desde que há blogues. Ou então o 2 567 423º melhor, dependendo das fontes.Então aqui vamos. Bom Dia de Reis! Se forem espanhóis ou hispânicos que fazem deste dia um dia de festa com prendas e tal, então esqueçam: o "bom Dia de Reis" não se aplica a vocês. Pode ser que na Quarta-Feira de Cinzas me lembre de vocês e vos deseje "Bom Dia" aí.
O Dia de Reis é um dia estúpido. É supostamente uma festa, dia em que se desmontam as árvores de natal, e acima de tudo é quando há razões óbvias para enfardar Bolo Rei. Falemos dele, então. De um bolo com este nome espera-se algo grandioso, imponente. Infelizmente não é assim. Chama-se Bolo Rei, mas enfeita-se de frutas cristalizadas.... Ui. Onde é que já se viu algo que se quer majestoso, cheio de fruta às corzinhas por cima? Depois há a fava e o brinde. Diz-se que o azar é de quem fica com a fava, mas aqui o je acha que é preferível isso do que fincar distraidamente a dentição no brinde. Não sei se já viram um, mas aquilo ainda aleija. O sacana é de metal e é canina que é para ninguém o topar à légua. Se querem conservar os dentes comam antes um Pudim Molotov ou um Doce da Avó, que apesar de serem muito mais doces ainda assim só vos dão problemas lá para os 50-60 anos.
Agora o blogue. A direcção pede as mais sinceras desculpas pelos dois posts referentes ao Ano Novo, completamente fora da tradição desta casa. Pede ainda perdão pela falta de conteúdo palpável neste espaço que nos acostumou a uma qualidade de "sofrível +", e que agora anda a roçar o "reduzido -".
Há muito plano por aí a pulular pelas cabeças de todos os que afincadamente vos oferecem a excelência de conteúdos que isto é, era ou nunca foi, pronto. Há um Trivialidades do Bizarro a caminho, espera-se um post de SPS, há muito material em Word preparado por VNS, e algumas fotografias de RP. Depois espera-se também uma remodelação gráfica do estabelecimento (pouca coisa) assim como a votação. Estamos indecisos entre votar "A Pior Canção desde que Há Canções (ou Coisas Parecidas) em Portugal" ou o "Programa Televisivo do Piorio". Contamos com os comentários dos nossos milhares de visitantes em geral, e em particular daqueles 5 ou 6 que não vêm cá parar através de pesquisas no Google.
Ah! E estamos quase nas 15 000 visitas! Das quais 3 vieram do Camboja e 2 de Trindade e Tobago, só para terem uma noção de quem são os meninos deste lado, sim.
PS - Ainda a respeito do Dia de Reis, gostaria de perguntar ao Professor Mamadu, grande mago e rei dos videntes a que horas estava no dia 6 de Janeiro de 0. E que presente ofereceu ao menino? Contacte para 94 123 45 67, ou para a morada gameirices@hotmail.com (junto ao Outlook Express de quem vai para o ambiente de trabalho).
Gameirice de
JGP
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02:36
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1 de janeiro de 2009
E UM BOM ANO
Para qualquer estrangeiro que veja este vídeo, a "mulher de Portugal" NÃO é assim... a não ser que estejam a passar por uma zona chamada Técnico (à noite).
PS - Agradeço a António Sengo por me ter dado a conhecer este vídeo.
Gameirice de
Vera
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20:37
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BOM ANO COM A RAPAZIADA
A equipa do Gameirices deseja-lhe um excelente ano novo com muitos bigodes e linguiça.
Gameirice de
DGC
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29 de dezembro de 2008
PAPAI NOEL FOI GENEROSO COM VERA
Reservamos para todos vós uma surpresa para 2009, a nossa esperadíssima votação, que será um 4 em 1. Presente de Natal, celebração da chegada aos 14.000 visitantes, boas vindas ao novo ano, e claro, a principal e mais importante e ansiada data aqui no Gameirices, o dia de Reis.
Por este ano penso que me ficarei por aqui visto que me vou retirar em breve, com o intuito de ir para bem lon... de festejar o novo ano digo. Por isso! Tudo a entrar com o pé direito! Ah e não se esqueçam que este ano é mais um segundo: 5, 4, 3, 2, 1, 1, eeeeeh!
Adios
Gameirice de
Vera
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14:31
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27 de dezembro de 2008
CACETADAS
Fernando couto a pés juntos (especialidade da casa):
Bruno Alves kung fu com arroz chau-chau e molho doce:
Celtic:
Diego Costa (prato típico de Braga) cozido com batatinhas (carne muito tenrinha junto ao osso):
Rafael (Académica de Coimbra) e João Pereira com batatinhas a murro:
Nuno Valente e Giovanni com batatinhas a murro:
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DGC
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16:07
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