20 de março de 2007

"ÁGUA DE CÔCO"

No exercício de grande fã do sr. Joaquim Barreiros, venho por este meio procurar uma explicação para o seguinte Duplo Plágio. Passo a explicar: desde cedo que uma lírica deste, até agora tido como, grande mestre da cultura musial portuguesa me invade em inúmeras situações (conduzir, estudar, comer,etc).

“Água de côco” é o seu título, fácil é de perceber que fala de uma princesa que se abeira de um principe em apuros cujo corcel estava cansado (Joaquim explora horizontes nunca tocados, bota abaixo todos os machistas que vêm as mulheres como o sexo fraco)e este como recompesa da sua companhia feminina, inocente e delicada oferece uma bebida refrescante (a dita água de côco), nisto é que o principe se desilude com a falta de maneiras que a donzela tem ao verter a bebida na doce boca. Resultado: “P’ra me deixar num sufoco”, Asma & “Ai a minha cabecinha”, Enxaqueca.

Leandro & Leonardo e André & Adriano são duas duplas que sofrem de asma, constantes enxaquecas e macaquismo de imitação (a mais grave, para a qual ainda não foi descoberta cura), ora observem:

“Era sol do meio-dia, tava um calor arretado
Quando ela foi chegando, se assentando do meu lado
Nunca vi coisa mais linda, que mulher, que avião
Tomando água de coco, era uma tentação
Virava o coco na boca, dava uma lambidinha
Derramava água na roupa e ficava molhadinha
Naquele jeito gostoso, atiçava o meu desejo
Deu vontade de beber água de coco no seu beijo
Ela segurava o coco e alisava o canudinho
Pra me deixar no sufoco, dava um tapinha
No coco, só pra me deixar doidinho
Ela balançava o coco e também meu coração
Eu ali naquela sede parecendo coco verde
Que ela passava na mão” (André & Adriano)

“Era um sol do meio- dia
Tava um calor arretado, quando ela foi chegando
Já sentando do meu lado, nunca vi coisa mais linda
Que mulher, que avião
Tomando água de côco era uma tentação
Virava o côco na boca
Dava uma lambidinha, derramava água na roupa
E ficava molhadinha, naquele jeito gostoso
Atiçava o meu desejo
Deu vontade de beber água de côco do seu beijo
Ela segurava o côco, e alisava o canudinho
Pra me deixar no sufoco, dava um tapinha no côco
Só pra me deixar doidinho.
Ela balançava o côco, e também meu coração
E eu ali naquela sede, parecendo o côco verde
Que ela passava a mão.
E eu ali naquela sede
Parecendo o côco verde
Que ela passava a mão (2x)” (Leandro & Leonardo)

Aguardo uma explicação.

5 comentários:

JGP disse...

Estou sem palavras. Tiraram-me um herói.

JGP disse...

É verdade, MAS. Então e as maiúsculas no título, pá?

MAS disse...

Um desastre destes, como tirar o João Baião ao Big Show Sic ou o BoiRéré/Ana Malhoa ao Buéréré, e sujeitos preocupados com métrica! (vou aceder ao pedido)

c@ºs disse...

MAS não oiças mais as cd's áudio compilados pelo jpg. está cientificamente comprovado que podem levar uma pessoa há loucura (o jpg já o é e a família esta a pensar em abate-lo!!!!), ou procurar novas formas de entretenimento que culmina na musica brasileira...ou como eu gosto de lhe chamar "levanta o xolé do chão".

MAS disse...

Agradeço a "dica", também partilho da opinião que o abate é solução.