23 de junho de 2007

A LAVAR EM PORTUGAL

Longe vai o tempo em que eram maus os anúncios a detergentes.

PS - Poucos são os blogs onde a um post intelectual envolvendo Fidel Castro e Abraham Lincoln, se segue um anúncio a detergente com Marante cantando uma versão alterada do seu sucesso Bela Portuguesa.

19 de junho de 2007

CONTRASTE

Fidel Castro frente à estátua de Abraham Lincoln, em 1959.

Lincoln e Fidel são claros exemplos de que Deus é tramado. Um morreu cedo demais, o outro tarda em morrer.

Parece que há falta de teatros em Cuba.

18 de junho de 2007

SONORIDADES

Sim, porque dizer "músicas" é um bocado foleiro. "Sonoridades" tem toda uma outra sonoridade.

Esta música não me sai da cabeça nos últimos dias. Disfrutai, então.



E já que falamos em músicas na minha cabeça, aqui têm esta, que tem lugar cativo na parte direita do meu cerebelo. Não há dia em que esta lamechice não ecoe no meu sistema de som interno, garanto-vos.



Música de Michael Jacson e as vozes de Lionel Richie, Stevie Wonder, Ray Charles, Bob Dylan, Bob Geldof, a família Jackson incluído o próprio rei da Pop, Billy Joel, Cyndi Lauper, Kenny Rogers, Paul Simon, Tina Turner, Bruce Springsteen, entre outros. Se alguém tiver a cura, contactar com urgência por favor.

QUESTÃO DE ANDARES

A estupidez funciona por andares. Quando achámos que já chegámos ao último descobrimos que ainda há o sótão.

Exemplo:

Há aqueles que julgam que a Marta é mesmo operadora da OK Teleseguro. Pronto, último andar da estupidez.

Só que depois há há também aqueles que julgam que a Marta não só é operadora da OK Teleseguro, como também é a única, e que vai certamente atender a sua chamada assim como falar com eles num tom sensual, terminando a dar o seu próprio número de telemóvel.

Aí sim, sótão.

16 de junho de 2007

POLÉMICA



Polémica instalada: A primeira frase que ele diz é "Cavalinho na feira a correr" ou "Cavalinho na feira a comer"?

Jantar fica suspenso até novo esclarecimento, e também porque está a chover.


PS - MAS, pesquisa no Google ou foi por causa da dica?

JANTAR À LA PALA

Cavalinho na feira a correr

Travelling in a fried-out combie

13 de junho de 2007

TRADUÇÃO

MAS, vê se consegues traduzir isto para português:


"Travelling in a fried-out combie"


Se acertares tens um jantar à pala.


PS - Duas dicas: equinos e feiras.

7 de junho de 2007

HORA H

6 de junho de 2007

ORDEM DE DESPEJO

Haverá pior Blog? Onda e falta de gosto se alia à falta de imaginação, deviam encerrar "isto" por falta de outra coisa qualquer que é melhor não dizer para não ferir susceptibilidades.

1 de junho de 2007

JÚLIA PINHEIRO VERSUS OPRAH WINFREY

São de facto duas personalidedas femininas extremamente interessantes e com um percurso profissional invejável. Apesar de Oprah Winfrey (OW) ter projecção internacional e um longo e bem sucedido cadastro a nível televisivo, de onde fazem parte inúmeros talk-shows bem conotados, como o “The Oprah Winfrey Sow”, Júlia Pinheiro (JP) parece querer vingar pelo menos em território nacional, mas com tanta ou mais força do que OW, com o seu novo programa “As Tardes da Júlia”.

Separadas por 8 anos de diferença, ambas tiveram oportunidade de entrar em contacto com os meios de comunicação aos 19 anos. Tempos diferentes, assim como culturas, mentalidades e países diferentes, eram estes os obstáculos que teriam de ultrapassar para conseguir conquistar o coração do público.

Tomando o partido do “produto nacional”, vejo em JP a OW portuguesa mas com características que não consigo ver em OW. Apesar de ser a Madre Teresa americana, a bondade OW não me convence por completo, ao longo do programa detecto por vezes um ar de desinteresse e vontade de prevelacer sempre em relação ao convidado, que me deixa reticente quanto à boa vontade desta Santa Viva. O que quero dizer com isto é que JP é genuínamente, o que na gíria popular se diz, uma boa pessoa. Muito verdadeira, espontanêa, carinhosa, divertida, “sem-manias” e acima de tudo, mãe.

OW pode ser muito vivida, conhecer mundos e fundos mas há uma certa casta de sensibilidade que lhe escapa, talvez por nunca ter tido a experiância de ser mãe, que é sem dúvida uma experiência enriquecedora (falo baseando-me no senso comum). É aí que reside o meu fascínio por JP e é isso (entre outras coisas) que a torna melhor e única, com capacidade de se projectar a si e ao país a nível internacional.